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Negócios entre Rússia e China devem triplicar até 2008

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Negócios entre Rússia e China devem triplicar até 2008

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O presidente russo Vladimir Putin está de visita à China para falar de negócios. A Rússia quer aumentar o comércio com aquela que é a economia que mais tem crescido nos últimos tempos. Putin quer ter na China um bom aliado, já que os chineses vão assinar um documento a apoiar a entrada da Rússia na Organização Mundial do Conmércio (OMC).

As trocas entre os dois países têm vindo a subir desde o fim do bloco soviético e podem chegar, dentro de alguns anos, a níveis até agora difíceis de imaginar. Prevê-se que, daqui a quatro anos, as trocas comerciais entre os dois países creçam para o triplo. Este ano, devem representar cerca de 16 mil milhões de euros. O petróleo é o tema essencial dos actuais negócios entre Moscovo e Pequim, mas há discordâncias. Os chineses querem convencer os russos a apostar num óleoduto que transporte o petróleo da Sibéria até à China, mas Putin afastou a proposta do governo chinês, orçada em cerca de 2,4 mil milhões de euros. A Rússia quer também a construção do óleoduto, que vai servir igualmente o Japão, mas tem que ser ela a ditar as condições. O petróleo russo pode ser uma boa solução para a China, até aqui dependente das importações do Médio Oriente.