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As relações franco-israelitas dão sinais de apaziguamento

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As relações franco-israelitas dão sinais de apaziguamento

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Depois do primeiro-ministro Ariel Sharon ter exortado os judeus a abandonar a França por falta de medidas no combate ao anti-semitismo, em Julho último, o governo israelita recebeu esta segunda-feira, o ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Michel Barnier.

Uma atitude vista com um gesto de pacificação após as tensas relações entre Paris e Telavive. As autoridades francesas tinha feito saber que o primeiro-ministro israelita não seria bem-vindo a França sem dar as devidas explicações sobre essas declarações. Dez dias depois, Sharon elogiou a acção do governo francês em matéria de combate ao anti-semitismo, declarações que Paris registou com “satisfação”. Os dois dias de visita de Michel Barnier coloca as relações diplomáticas entre os dois países no bom caminho. No Museu do Holocausto, Barnier respeitou um minuto de silêncio. O chefe da diplomacia francesa deslocou-se depois ao memorial de Yad Vashem, em Jerusalém, onde deixou uma coroa de flores e homenageou os judeus mortos pelo regime de Hitler, defendendo que nunca devem ser esquecidos.