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Trabalhadores da Opel fazem greve contra despedimentos

A fábrica da Opel em Bochum, na Alemanha, está paralizada. Os trabalhadores continuam a greve decretada contra o plano de reestruturação da divisão europeia da General Motors.

Esse plano prevê o corte de 12.000 postos de trabalho. Só nesta fábrica, devem ir para o desemprego 4000 empregados. Os sindicatos começaram, esta segunda-feira, a negociar com a administração na sede de Russelsheim, onde devem também desaparecer 4000 postos de trabalho. Um representante do sindicato IG Metall diz que apoia “a cem por cento os trabalhadores, mas está também esperançado num bom desfecho das negociações”. Mas as negociações anunciam-se difíceis. Os sindicatos vão tentar convencer a administração da Opel de que os ganhos podem ser recuperados sem recurso a despedimentos. Diz um operário: “Não saio daqui enquanto a General Motors não voltar atrás com a decisão de despedir pessoas”. É na Alemanha que está sediada a Opel, principal marca europeia da GM, e é aqui também que estão previstos mais despedimentos, cerca de dois terços dos 12.000anunciados. A divisão europeia da GM apresentou este plano para fazer face aos prejuízos. Há cinco anos que as marcas europeias da GM (Opel, Vauxhall e Saab) não conseguem fazer lucro. A outra fábrica tocada por esta onda de anunciados despedimentos é uma unidade da Saab na Suécia.
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