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Irlanda multiplica esforços para libertar Margaret Hassan

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Irlanda multiplica esforços para libertar Margaret Hassan

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Para facilitar a libertação de Margaret Hassan, o governo irlandês quer dar-lhe o passaporte nacional, tendo em conta a neutralidade do país e o facto da trabalhadora humanitária ter nascido em Dublin. Margaret Hassan possuí documentos britânicos e iraquianos. Ao mesmo tempo, Dublin, em coordenação com Londres, apoio os esforços do marido, um economista iraquiano, para estabelecer contacto com os raptores.

Após o voto no Parlamento a pedir o libertação da responsável da CARE Internacional no Iraque, o primeiro-ministro irlandês, Bertie Ahern, condenou o rapto e afirmou que “Margaret Hassan é irlandesa, mas antes de mais uma trabalhadora humanitária que ajudava pessoas mesmo quando não havia guerra”. O rapto de Margaret Hassan, de 52 anos, 30 dos quais passados no Iraque, levou a CARE Internacional a supender as suas actividades. Os apelos à sua libertação multiplicam-se e incluem mesmo o dos pacientes do hospital de Ibn al-Kuff, em Bagdade, reconstruído pela CARE no ano passado.