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"Crash" de Wall Street faz 75 anos


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"Crash" de Wall Street faz 75 anos

Foi há exactamente três quartos de século. A 29 de Outubro de 1929, a bolsa de Wall Street conheceu o pior dia da sua história, que ficou conhecido como “terça-feira negra”.

A crise tinha começado uns dias antes, na quinta-feira, dia 24. Vivia-se uma época de prosperidade e alta bolsista. De repente, os papéis começaram a cair. Criou-se uma febre e os investidores começaram, compulsivamente, a vender tudo. Na segunda-feira, 28, e na terça-feira, 29, foi o descalabro. Só nesses dois dias, o índice Dow Jones perdeu mais de 20 por cento. Milhões de pessoas tinham dinheiro na bolsa, que achavam ser um bom investimento. Em pouco tempo, ficaram sem nada. “Naquela altura, os mercados estavam a cair há já alguns dias. Havia muita compra e venda de acções que se fazia de forma marginal, pessoas que pediam dinheiro emprestado para investir na bolsa, pensando que iriam ganhar para sempre. Quando viram que estavam a perder e tinham que pagar os empréstimos, começaram a vender, independentemente do preço”, explica Art Chasin, analista. O chamado “bull market”, ou alta descontrolada, desmoronou-se, tal como aconteceu, em menor escala, na Primavera de 2000 com o fim da febre dos valores tecnológicos. A desvalorização do Dow jones, que começou em 1929, arrastou-se durante muito mais tempo que esses dois ou três dias. Em três anos, o índice perdeu 90 por cento. O “crash” foi o início da maior crise económica do século XX, que se arrastou por toda a década de 30 e ficou conhecida, nos Estados Unidos, como a Grande Depressão.
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