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Arafat condena atentado de Telavive

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Arafat condena atentado de Telavive

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O presidente da Autoridade Palestiniana condenou o atentado suicida de Telavive. Apesar de internado num hospital em França, Yasser Arafat telefonou ao seu braço-direito, Nabil Abu Rdainah, para repudiar este ataque e apelar a palestinianos e israelitas para evitarem a morte de civis.

O ministro encarregado das negociações, Saeb Erakat, reiterou a mensagem do seu líder, à entrada do Conselho de Ministros Palestiniano, em Ramallah, e apelou à comunidade internacional para envidar os esforços necessários à retoma do processo de paz, uma vez que é a única forma de pôr fim ao ciclo de violência. Face à ausência de Yasser Arafat, a Autoridade Nacional Palestiniana tenta transmitir sinais de unidade e normalidade na governação de forma a evitar lutas internas pelo poder. Quanto ao estado de saúde de Yasser Arafat, o primeiro-ministro, Ahmed Qorei, referiu esta manhã que o líder palestiniano está a recuperar gradualmente e que se encontra entre as boas mãos dos amigos franceses. Depois de um fim-de-semana de exames e tratamentos no Hospital Militar de Percy, nos arredores de Paris, os médicos descartaram a hipótese de leucemia e inclinam-se para uma infecção viral. Mas a equipa médica permanece cautelosa pois só na quarta-feira serão conhecidos os resultados dos exames.