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Ryanair escapa à crise do transporte aéreo

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Ryanair escapa à crise do transporte aéreo

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A companhia aérea irlandesa de baixas tarifas, Ryanair, tem razões para estar optimista. Com o tráfego de passageiros a subir, a companhia apresentou, para o primeiro semestre deste ano, resultados acima das expectativas. A Ryanair prevê um resto de ano bom e não pensa subir as tarifas por causa da subida no preço do petróleo.

Se os números da Ryanair cresceram, o mesmo não se passou com a transportadora escandinava SAS, que viu os resultados líquidos do terceiro trimestre caírem 90 por cento, em relação ao mesmo período do ano passado. Para o conjunto do ano, a companhia prevê ter prejuízo. A forte concorrência é o factor que mais está a afectar a SAS. Outro factor é a subida no preço dos combustíveis. O querosene subiu 90 por cento, no espaço de um ano, o que contrariou o efeito do aumento do tráfego. Ao contrário do que se passou com a Ryanair, a SAS sofreu na pele os efeitos da subida dos combustíveis. Segundo um responsável da IATA (Associação Internacional do Transporte Aéreo), as empresas do sector devem perder, este ano, cerca de cinco mil milhões de dólares, ou quatro mil milhões de euros, e prevê-se novas falências.