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Vaga de ataques no Iraque acompanha jornada eleitoral americana

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Vaga de ataques no Iraque acompanha jornada eleitoral americana

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Enquanto a milhares de quilómetros de distância, um povo vai às urnas, a sucessão de acontecimentos no Iraque deixa uma escassa margem para coincidências. Houve um pouco de tudo, um pouco por todo o lado.

Baquba: a Guarda Nacional iraquiana anuncia o desmantelamento de um grupo terrorista suspeito de organizar vários ataques na região. Bagdad: uma viatura armadilhada explode frente ao Ministério da Educação, depois de tentar forçar a entrada no edifício. Pelo menos seis pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas. Um soldado americano ficou ferido na deflagração de um outro carro-bomba. Mossul: um terceiro veículo rebenta à passagem de uma patrulha da Guarda Nacional Iraquiana, matando dois militares e ferindo quatro. O grupo ligado ao jordano al-Zarqawi reivindica o atentado. Bassorá: o responsável pela polícia local escapa por um triz a uma explosão que feriu três pessoas. Kirkuk: a cidade do Norte assiste à maior sabotagem desde o início da ocupação estrangeira. Três deflagrações destruíram parcialmente três dos principais oleodutos do país, um deles o que encaminha o ouro negro para o porto turco de Ceyhan. Ainda em Bagdad, continua incógnito o paradeiro do americano e do nepalês raptados na segunda-feira, depois da libertação de dois árabes que também tinham sido levados. Todos trabalham para uma empresa saudita. Para concluir, os americanos intensificam o cerco a Falluja e Ramadi, as bases rebeldes sunitas, numa altura em que o Pentágono reforça os contingentes, de 138 mil militares para perto de 142 mil.