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UE chamada a intervir na Ucrânia

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UE chamada a intervir na Ucrânia

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Em Novembro de 2003, na Geórgia, a Revolução da Rosa colocava no poder Mikail Saakachvili, candidato presidencial derrotado numas eleições fraudulentas. Coincidência do calendário, um ano depois, na Ucrânia, desenrolam-se acontecimentos com alguma similitude.

Para o presidente Saakachvili “este é o momento em que a Europa tem de apoiar o povo ucraniano e a democracia na região”. E. sem querer efectuar mais comentários sobre a situação na antiga república soviética, desejou aos ucranianos “paz, sucesso e paciência”. A Polónia, país fronteiriço da Ucrânia, mostra-se preocupada. Para o presidente Aleksander Kwasniewski, Kiev falhou o exame democrático que esta eleição representava. O chefe de Estado polaco apelou ao seu homólogo ucraniano para incitar ao diálogo entre os dois candidatos em cooperação com o Conselho da Europa e com a União Europeia.