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Uma passagem de ano abalada pelo maior sismo das últimas décadas

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Uma passagem de ano abalada pelo maior sismo das últimas décadas

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A Austrália mergulhou em 2005 eram 13h em Lisboa, com o tradicional fogo-de-artifício nos céus de Sidney precedido de um minuto de silêncio em memória das vítimas do terramoto que atingiu, domingo, o Sul e Sudeste da Ásia.

As cerimónias evocativas da tragédia deverão repetir-se noutros países à medida que as 12 badaladas viajarem ao longo do planeta. Em Bruxelas a municipalidade decidiu anular o fogo-de-artifício programado para a meia-noite. Suécia, Reino Unido e França, que perderam dezenas de turistas nos países afectados pelo terramoto, entram também de luto em 2005. Em Paris, os Campos Elíseos foram cobertos de laços negros para recordar as dezenas de turistas franceses mortos no domingo. Um pouco por toda a Europa as festividades deverão ser mais comedidas. A hora é antes de mais de solidariedade. Em todo o mundo particulares, empresas e instituições mobilizam-se para ajudar as vítimas. Os feridos e desalojados necessitam urgentemente de víveres, medicamentos, assistência médica e abrigo. Uma lista bem diferente das habituais resoluções de Ano Novo.