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A Tailândia poderá chegar aos 8.000 mil mortos

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A Tailândia poderá chegar aos 8.000 mil mortos

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A Tailândia entrou em 2005 com a marca da tragédia. Menos de uma semana depois da maior catástrofe da sua história que tirou a vida a 4.500 pessoas, número provisório, o sofrimento é recordado na ruas por centenas de turistas e tailandeses.

Neste paraíso, conotado com o turismo sexual, os bares abriram portas pela primeira vez depois do desastre e um grupo de “travestis” mobilizou-se para um peditório nas artérias que conduzem às praias de Phuket. Comida, roupas ou dinheiro tudo aceitaram para apoiar os que tudo perderam num país onde o turismo é a principal fonte de sobrevivência. Na ilha o fogo de artifício com que habitualmente se celebra o ano novo deu lugar às velas. Milhares de pessoas reuniram-se numa cerimónia oficial em memória dos mortos. Um vigília num centro comercial onde as velas e flores lembraram as numerosas vítimas. Nesta altura haverá ainda a lamentar 6.500 desaparecidos