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Mundo junta dois mil milhões de dólares para as vítimas do tsunami

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Mundo junta dois mil milhões de dólares para as vítimas do tsunami

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A ajuda humanitária começa lentamente a chegar às populações afectadas, mas a grande parte acumula-se ainda nos aeroportos dos países devastados pelo sismo.

Por exemplo, na província de Aceh, no norte de Sumatra, os acessos estão impraticáveis e a falta de combustível para os camiões obriga a que a ajuda só possa ser transportada pelos meios aéreos americanos, indonésios e australianos. Mas a capacidade dos helicópteros atrasa a distribuição de toneladas de comida, água e medicamentos a dezenas de milhar de desalojados. Seis dias após a catástrofe, segundo dados da ONU, a ajuda é já no valor de dois mil milhões de dólares. Todos contribuem, quer sejam cidadãos, empresas públicas e privadas, organizações não governamentais ou países. O Japão prometeu hoje 500 milhões de dólares, acima dos 350 milhões anunciados ontem pelos Estados Unidos. Colin Powell, ainda no cargo de chefe da diplomacia americana, afirma que os Estados Unidos multiplicaram a ajuda por dez devido às necessidades, não só imediatas, mas também ligadas à reconstrução, apoio às famílias e às economias nacionais. Face à tarefa gigantesca de distribuição de ajuda, países como a Grã-Bretanha defendem que deve ser a ONU a coordenar toda a operação.