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Indonésia: mais mortos, mais devastação, mais ajuda humanitária

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Indonésia: mais mortos, mais devastação, mais ajuda humanitária

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A ilha de Sumatra é a mais afectada pela tragédia e sete dias depois do sismo e do tsunami, a maior parte da ajuda internacional destina-se à Indonésia.

De acordo com o último balanço, o número de mortos voltou a subir e está agora nos 145 mil. A ONU estima que no balanço final haja mais de 150 mil vítimas mortais. Do total de mortos, perto de dois terços são de nacionalidade indonésia. Banda Aceh é uma das regiões em que a catástrofe foi mais forte – aqui morreram mais de 90 mil pessoas. Mas seja na Indonésia, na Índia ou no Sri Lanka, o número de mortos conta-se aos milhares. E há zonas a que as equipas de socorro quase não conseguem chegar. Para além disso, um dos problemas que começa a ganhar uma dimensão razoável é o dos desalojados. Há milhões de pessoas que há sete dias mais não têm do que a roupa do corpo. A chegada de um helicóptero nesta altura significa a esperança de poder conseguir um pouco do que os soldados ou os voluntários trouxeram. Estes desalojados são os mesmos que se deambulam pelas ruas, em busca de refúgio, de alimentos, de água potável. São aliás as únicas coisas que os sobreviventes e habitantes podem fazer nesta altura. Os focos de epidemias já começaram há alguns dias em zonas diferenciadas mas há cada vez mais notícias de novos casos.