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Responsáveis europeus observam três minutos de silêncio

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Responsáveis europeus observam três minutos de silêncio

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A emoção invadiu o Bairro das Instituições, em Bruxelas. Centenas de pessoas, entre as quais se encontravam, alguns dos mais altos responsáveis europeus, juntaram-se na Rotunda Schuman, em frente à sede da Comissão Europeia, ao meio-dia, onze da manhã em Lisboa, para observarem três minutos de silêncio em memória das cerca de 150 mil vítimas mortais dos maremotos de 26 de Dezembro no sudeste asiático.

O presidente do Parlamento Europeu (PE), Josep Borrel, acabou por liderar a iniciativa, acompanhado por quatro comissários europeus e pelos os líderes dos grupos políticos do PE. O presidente da eurocâmara disse esperar que o ocorrido “sirva para nos consciencializarmos do enorme fosso que separa os nossos níveis de bem-estar do resto dos países e que o compromisso para os ajudarmos não desapareça quando as câmaras de televisão saírem destes países porque vai ser um trabalho de longo prazo”. Para além de se enterrar os mortos “há que preparar uma vida melhor para os que sobreviveram”, concluiu. O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, não esteve presente na homenagem por estar em viagem para Jacarta, onde participa, quinta-feira, na conferência que reúne a comunidade internacional para decidir a estratégia de ajuda aos países atingidos pelo desastre. Na Bélgica, trabalhadores, meios de transporte e comunicações pararam ao meio-dia durante os três minutos de e as bandeiras dos edifícios públicos foram colocadas a meia haste.