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Exército indonésio limita acesso de ajuda humanitária a zonas remotas em Aceh

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Exército indonésio limita acesso de ajuda humanitária a zonas remotas em Aceh

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A sombra da guerra na província rebelde de Aceh ameaça atrasar ainda mais a chegada de ajuda humanitária à zona da Indonésia mais devastada pelo tsunami que atingiu o sul da Àsia.

O exército ordenou às organizações internacionais para limitarem as suas acções às cidades de Meulaboh e Banda Aceh por razões de segurança. Uma decisão que poderá deixar sem assistência as mais de 400 mil pessoas que segundo a ONU se encontram refugiadas em zonas remotas do interior do país. O chefe das forças armadas indonésias, o general Endriartono Sutarto, refere que não quer que os trabalhadores humanitários acedam a zonas inseguras, onde “poderão ser um alvo fácil dos rebeldes”. No entanto há duas semanas, que as guerrilhas separatistas mantém o cessar-fogo declarado no rescaldo do sismo. Ontem o principal movimento rebelde, o GAM, garantia, num comunicado, a segurança de todos os trabalhadores humanitários na zona. Por seu lado o Programa Alimentar Mundial contestou ontem as escoltas militares impostas pelo exército uma vez que poderão perturbar a neutralidade das organizações humanitárias a operar no terreno.