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Al-Zarqaoui apela à guerra nas eleições iraquianas

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Al-Zarqaoui apela à guerra nas eleições iraquianas

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O atentado suicida de Hillah foi um dos últimos a confirmar a tão receada insegurança, a uma semana de eleições no Iraque. Oito polícias iraquianos ficaram feridos, assim como um civil, quando um homem-bomba detonou os explosivos que trazia à cintura, à porta de uma base militar.

As autoridades do país prevêem que os ataques se multipliquem nas vésperas do escrutínio. Ontem o governo iraquiano apresentou o plano de segurança para os dias em torno de 30 de Janeiro e que contempla o encerramento das fronteiras e o recolher obrigatório. Abu Mussab al-Zarqaoui, o homem mais procurado do Iraque, apelou hoje a uma “guerra sem tréguas” por altura do sufrágio. Num registo áudio atribuído a Zarqaoui, este exorta a minoria sunita a boicotar as eleições contra o domínio da maioria xiita ligada aos americanos. Entretanto, os diplomatas chineses perderam o rasto aos oito reféns supostamente libertados ontem e entregues ao Conselho dos Ulemas Muçulmanos.