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Israel denuncia anti-semitismo no mundo 60 anos depois de Auschwitz


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Israel denuncia anti-semitismo no mundo 60 anos depois de Auschwitz

Sessenta anos depois da libertação do campo de concentração de Auschwitz, o governo israelita mostra-se preocupado com o aumento dos actos anti-semitas em todo o mundo. Num relatório publicado ontem, o Fórum Global contra o anti-semitismo, sediado em Israel, alerta para o aumento das agressões contra judeus, especialmente na Europa e na Rússia.

O responsável da organização salienta no entanto que, “os esforços feitos por países como a França, Alemanha ou Inglaterra para evitar este tipo de agressões mostram um reconhecimento da relação entre formas de propaganda anti-israelita e anti-semitismo”. Há uma semana as autoridades norte-americanas tinham publicado um relatório com conclusões similares onde imputavam à comunidade muçulmana a responsabilidade pelo aumento deste tipo de acções. Hoje, a ONU deverá assinalar os sessenta anos sobre a libertação de Auschwitz com uma sessão extraordinária, proposta na origem pelo ministério dos negócios estrangeiros israelita. Vários intelectuais e antigos deportados deverão estar presentes numa sessão que conseguiu reunir apoio da maioria dos países da ONU. Um consenso motivado tanto pela memória do fim do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau como pela reaproximação entre judeus e palestinianos em torno de novas negociações de paz.
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