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Sunitas reclamam ilegalidade das eleições

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Sunitas reclamam ilegalidade das eleições

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No Iraque, os sunitas pedem a anulação das eleições de domingo passado, alegando que o boicote não legitima o resultado do escrutínio. O orgão dos religiosos sunitas, a Comissão dos Ulemas, fez uma declaração pública para denunciar que “devido à grande abstenção registada os novos dirigentes carecem de mandato para redigir a Constituição”, declarou Mohamed Bashar. A Comissão dos Ulemas tinha defendido o adiamento da data das eleições até que o país reunisse as condiçoes necessárias de segurança mas não conseguiu, tendo, então, exortado os sunitas ao boicote.

Três dias depois do escrutínio, o presidente iraquiano, Gahzi al-Yauar, defendeu que a retirada dos militares estrangeiros deverá ser efectuada quando o plano de segurança em curso for concluído e apontou o final deste ano como data para uma retirada progressiva, mas não no imediato. Os dirigentes iraquianos vão esperar que as forças de segurança tenham efectivos e experiência suficentes para controlar o país. Entretanto, continua a contagem dos votos. O presidente da comissão eleitoral adiantou que dentro de três dias será possível conhecer os resultados.