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G7 põe pobreza em cima da mesa mas desigualdades são latentes

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G7 põe pobreza em cima da mesa mas desigualdades são latentes

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A luta contra a pobreza é o tema principal da reunião de ministros das Finanças e governadores de bancos centrais do G7, que começou esta sexta-feira em Londres. O G7 é constituído pelos sete países mais industrializados do mundo – Estados Unidos, Canadá, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Itália e Japão.O Brasil, a China, a India e a África do Sul são países convidados neste encontro entre os mais ricos que, apesar de ter como objectivo lutar contra a pobreza, deixa a nu várias desigualdades.

Estes sete países, juntamente com a Rússia, representam cerca de dois terços da riqueza mundial, mais de 18 biliões de euros. No entanto, a proporção na população mundial é pequena – apenas 890 milhões de pessoas, contra 5,4 milmilhões no resto do mundo. Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal norte-americana, era uma das presenças mais aguardadas. “Além das pressões dos mercados que parecem estabilizar e, a longo prazo, possivelmente diminuír o défice na conta corrente, há outras forças, na economia doméstica norte-americana, que parecem ir na mesma direcção”, disse Greenspan. O défice, tanto orçamental como comercial, é de facto um dos maiores problemas que enfrenta actualmente a economia dos Estados Unidos. Uma melhoria da situação pode possibilitar medidas mais eficazes para controlar a queda do dólar, algo que as potências europeias têm vindo a pedir. A China, que participa como país convidado, tem um peso cada vez maior na economia mundial, com um crescimento gigantesco. No entanto, as pressões são cada vez maiores para que controle este crescimento e dê mais flexibilidade à moeda nacional, o yuan.