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O Vaticano mantém o silêncio sobre a sucessão de João Paulo II

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O Vaticano mantém o silêncio sobre a sucessão de João Paulo II

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Tudo parecia correr bem, há duas semanas, altura em que o Sumo Pontífice recebeu alta do hospital Gemelli, em Roma, depois de ter estado internado novedias, na sequência de uma gripe. De acordo com os relatórios médicos da altura, a síndrome gripal tinha provocado complicações respiratórias graves devido a uma inflamação aguda da laringe e da traqueia, mas sua Santidade econtrava-se restabelecida e, por conseguinte, apta para continuar a trabalhar, embora parte do mundo católico reclame há algum tempo a retirada do Papa devido à sua frágil saúde.

Desde o atentado de 13 de Maio de 1981, na Praça de São Pedro, que João Paulo II tem um espaço reservado na policlínica católica Gemelli, na capital italiana onde dá entrada sempre que o seu estado merece cuidados maiores. Este último internamento veio, no entanto, relançar o debate sobre a capacidade de João Paulo II de continuar a dirigir a Igreja, uma questão a que o Vaticano terá de dar resposta, mas, para já, silêncio absoluto.