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General Motors em queda no mercado norte-americano

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General Motors em queda no mercado norte-americano

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O maior construtor automóvel do mundo registou prejuízos no primeiro trimestre do ano. A General Motors anunciou resultados líquidos em baixa de 1,1 mil milhões de dólares.

A General Motors atribui os maus resultados destes três primeiros meses do ano a uma forte quebra nas vendas e à perda de quota de mercado. Rick Wagner, o director executivo do grupo, está a ser alvo de forte pressão no sentido de reduzir os custos, aumentar as vendas nos Estados Unidos e renegociar os contratos laborais com o maior sindicato do sector. A quota de mercado da General Motors está nos níveis mais baixos dos últimos 80 anos, nos Estados Unidos, penalizada por uma forte concorrência e é no mercado chinês que o grupo tenta recuperar. Neste mercado as vendas aumentaram 8,4%. O mercado chinês é o grande objectivo das construtoras ocidentais. O grupo Ford acaba de assinar, em parceria com a Mazda Motor Corporation e a Changan Automotive Group, um contrato para a construção de uma unidade de fabrico de motores, na cidade chinesa de Nanjing. Na cerimónia de assinatura do contrato, o presidente da Mazda, Hisakazu Imaki pediu “o apoio e o empenho de todos para que a fábrica se torne uma grande sucesso”. O projecto, apresentado poucos dias antes de ter início a exposição automóvel de Shangai e no meio da crise entre a China e o Japão, tem ainda que passar pela aprovação do governo de Pequim, mas os signatários do acordo estão optimistas. A nova unidade deverá produzir anualmente cerca de 350 mil motores por ano.