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Londres reza sob ameaças de novos atentados

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Londres reza sob ameaças de novos atentados

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A evacuação do centro de Birmingham, a segunda cidade inglesa, não passou despercebida em Londres, mas para já, na capital, as atenções estão centradas no trabalho que está a ser realizado desde ontem pelos peritos forenses no interior dos túneis do metropolitano.

Apesar de ter reconhecido que vários corpos foram retirados do Metro de Londres, após os atentados de quinta-feira, a polícia referiu que ainda há restos mortais presos nas carruagens. No entanto, as autoridades mantêm o balanço de 50 mortos e 700 feridos. O chefe da Polícia dos Transportes londrina, Andy Trotter, fez questão de sublinhar que “as operações são lentas porque as condições de trabalho são muito difíceis”, mas os peritos estão “a procurar corpos e material forense que tenham eventualmente ficado presos por baixo do metro ou nas carruagens de trás”. Este trabalho está sobretudo a ser realizado no túnel entre as estações de King’s Cross e Russel Square, onde pelo menos 21 pessoas morreram. Esta manhã, as autoridades detiveram três pessoas no aeroporto de Heathrow em Londres no quadro da lei antiterrorista. O anúncio foi feito no decorrer da conferência de imprensa, mas o subcomissário da Polícia Metropolitana e número três da Scotland Yard, Brian Paddick, fez questão de referir que qualquer tipo de relação entre estas detenções e os atentados de quinta-feira são “pura especulação”.