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Itália, França e Alemanha em derrapagem orçamental

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Itália, França e Alemanha em derrapagem orçamental

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Reunidos em Bruxelas, os ministros europeus das Finanças alertam os países da zona euro para o déficit excessivo. A subida do preço do petróleo e o lento crescimento da economia são factores que têm travado a saída da crise.

Para o comissário dos Assuntos Económicos e Monetários, Joaquin Almunia, “houve também um excesso de optimismo na forma como os Estados membros avaliaram as respectivas situações orçamentais”. Graças à flexibilidade dada ao Pacto de Estabilidade, a Itália dispõe de dois anos para descer o seu déficit abaixo da barreira dos 3%. França e Alemanha, já alvo de um processo por derrapagem orçamental, estão de novo na linha de mira do eurogrupo. Paris tinha-se comprometido a pôr ordem nas suas finanças públicas e corrigir o déficit em 2005 mas o governo já admitiu que terá dificuldade em manter a promessa alegando um aumento dos encargos sociais. Berlim também não consegue respeitar o Pacto de Estabilidade. O ministro da Economia, Hans Eichel, declarou que em 2005 chegará aos 3,7% e que percisará de mais dois anos para corrigir a situação.