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Jhiad islâmica reivindica atentado de Netanya

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Jhiad islâmica reivindica atentado de Netanya

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Contam-se quatro mortos, incluindo o kamikaze, no atentado suicida diante do centro comercial de Netanya, no norte de Israel e pelo menos quarenta feridos.

Trata-se do primeiro ataque bombista no território desde há cinco meses e também o primeiro em Netanya depois da construção por Israel do polémico muro de separação na Cisjordânia. Esta estância balnear, a norte de Telavive, foi no passado alvo de sangrentos atentados. Israel não tardou a reagir: “A Autoridade palestiniana e o governo de Abu Mazen não fazem nada para acabar com a actividade terrorista. Enquanto negociamos honestamente com os palestinanos eles massacram-nos”, acusa o porta-voz do governo israelita. Este ataque, que pode pôr em risco os esforços de paz no Médio Oriente, foi condenado pelo presidente palestiniano, Mahmud Abbas, que o classificou de “acto terrorista que visa sabotar a retirada de Israel da Faixa de Gaza”. “Os responsáveis devem ser punidos”, declarou. Os dirigentes da Jhiade islâmica, que reivindicaram o atentado anterior cometido a 25 de Fevereiro último numa discoteca de Telavive, declararam que o este ataque foi levado a cabo por um jovem de 18 anos do seu movimento. A escassas semanas da retirada de Gaza, as autoridades israelitas esperam um aumento da violência.