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Iraque: 25 mil mortes em dois anos

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Iraque: 25 mil mortes em dois anos

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Desde o início da guerra no Iraque, em Março de 2003, já perderam vida no país mais de 25 mil pessoas. Bagadade, a capital, surge à cabeça da lista das regiões mais mortíferas, onde todos os dias se repetem os ataques, logo seguida do bastião rebelde de Fallujah.

Já esta manhã, três membros do comité parlamentar encarregado de redigir a nova Constituição foram mortos a tiro, dentro do veículo em que se deslocavam no centro de Bagdade. Num outro ataque em Baquba, dez trabalhadores de uma base norte-americana foram também mortos por um grupo de homens armados que atacou o autocarro em que seguiam. Segundo os dados divulgados pela Organização Não Governamental “Iraq Body Count”, um terço das mortes ocorreu durante o período de invasão, entre Março e Maio de 2003, mas desde aí o número de civis abatidos não tem parado de aumentar: seis mil no primeiro ano e quase o dobro no ano seguinte. A contagem abrange as vítimas civis, os recrutas do exército ou da polícia e os forças de segurança. Os soldados da coligação são responsáveis por 37% das mortes no Iraque, logo seguidos dos grupos criminosos, com 36 por cento. Mas a contagem já não corresponde à situação no terreno por ter sido concluída há dois meses. Desde o final de Abril, pelo menos mais 1500 pessoas terão sido mortas em ataques terroristas.