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Nomeados seis coordenadores dos projectos de transportes europeus

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Nomeados seis coordenadores dos projectos de transportes europeus

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Para impulsionar e levar a bom termo os grandes projectos europeus de transporte, o comissário Jacques Barrot nomeou seis coordenadores para o sector, na sua maioria ex-comissários. Os projectos atrasam-se, admite o responsável europeu dos Transportes, não só por falta de financiamento mas também por dificuldades de coordenação entre os diferentes Estados membros.

Por uma questão de imparcialidade, os coordenadores não trabalharão no país de origem. É assim que a ex-comissária espanhola Loyola de Palacio, por exemplo, fica responsável pela construção do TGV Lyon-Turim. Nomeados, por quatro anos, renováveis, com o acordo do Parlamento Europeu e dos Estados membros, os coordenadores devem facilitar o diálogo transfronteiriço para levar a cabo, até 2020, os 30 projectos ferroviários e rodoviários em curso. A Comissão propõe também a criação de uma agência dos transportes, que terá a seu cargo a gestão dos co-financiamentos. Os 30 projectos, por exemplo, exigem a mobilização de 225 mil milhões de euros. Esta quarta-feira ainda, Bruxelas reviu um velho texto, bloqueado pelo Conselho há cinco anos, sobre a abertura dos transportes urbanos à concorrência. A Comissão está decidida: dentro de dez anos, dois terços das redes urbanas de transportes devem estar liberalizados.