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Polícia egípcia revolve península do Sinai em busca de suspeitos

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Polícia egípcia revolve península do Sinai em busca de suspeitos

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Controlos policiais e barricadas foram instalados nos arredores de Sharm el Sheik, no Egipto. Há notícia de um tiroteio entre a polícia e suspeitos dos atentados de sexta-feira. Houve também várias detenções.

Os agentes apertam o cerco aos presumíveis terroristas, entre eles vários paquistaneses, que terão encontrado abrigo nas aldeias beduínas da região. Fotografias de, pelo menos, 50 pessoas foram distribuídas e cópias dos passaportes dos paquistaneses circulam de mão em mão. Os documentos foram encontrados nos locais das explosões. Os homens desapareceram. Os atentados, reivindicados por um grupo próximo da Al Qaida, terão matado pelo menos 88 pessoas, entre elas vários estrangeiros, e ferido outras duas centenas. A região das aldeias beduínas, na península do Sinai, é passada a pente fino. Os trabalhos de limpeza e de recuperação dos locais destruídos continuam. Um grupo de trabalhadores das estâncias turísticas egípcias, afectadas pelos atentados, manifestou-se contra o terrorismo e a violência. As receitas do turismo representam a principal fonte de rendimentos do Egipto. Este não foi o primeiro atentado terroristas no país, o último foi em Taba, em Outubro. Matou mais de 30 pessoas. O mesmo grupo que reivindicou os ataques de sexta-feira reclamou a autoria dos de Taba, situada também an península do Sinai. Os visados, nesse ataque, foram os israelitas.