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Ajuda internacional a caminho do submarino russo

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Ajuda internacional a caminho do submarino russo

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A ajuda americana e britância já chegou à região de Petropavlosk-Kamtchatski. Espera-se que os submarinos de resgate telecomandados possam salvar os sete marinheiros russos do submersível AS-28, imobilizado em pleno oceano Pacífico desde quinta-feira.

Com os engenhos, espera-se conseguir cortar o cabo que bloqueou a hélice do aparelho. Eventualmente, uma antena de uma estação electrónica submarina, e não uma rede de pesca, como inicialmente foi avançado. Ian Riches, comandante da equipa britânica de salvamento, diz que “tudo depende dos deuses”, sobretudo porque “o tempo é curto e as reservas de oxigénio do aparelho russo começam a esgotar-se”. A própria Marinha russa já admitiu que o oxigénio disponível só chega para mais 24 horas, e não para três dias, como foi primeiro calculado. O material de salvamento não está ainda no local exacto do acidente. Do aeroporto aonde chegou, foi transportado para o porto de Petropavlosk, que fica a 75 quilómetros do local onde se encontra o submarino. O incidente lembra o do submarino nuclear Kursk, em Agosto de 2000: 118 homens morreram a bordo do aparelho militar, no fundo do mar de Barents. Na altura, o Kremlin foi duramente criticado. Desta vez, Putin foi mais rápido a reagir e pediu ajuda internacional. As famílias dos sete marinheiros encurralados no AS-28 esperam, pois, que, agora, a sorte dos seus homens seja diferente…