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Causas do desastre aéreo na Grécia ainda são desconhecidas

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Causas do desastre aéreo na Grécia ainda são desconhecidas

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Não há sobreviventes entre os 121 passageiros do avião da companhia cipriota Helios que se despenhou perto de Atenas.

Foi a maior catástrofe aérea da história da Grécia. Chipre decretou três dias de luto e a Grécia um dia. A maioria dos passageiros era cipriota e havia um grupo de 48 jovens O avião partiu do aeroporto de Lanarca, em Chipre, rumo a Praga, na República Checa. Estava prevista uma escala em Atenas. Após ter sido perdido o contacto entre o aparelho e a torre de controlo, as autoridades gregas enviaram caças F-16 para verificar a situação. segundo a informacao recolhida um dos pilotos estava desmaiado e o outro não se encontrava na cabine.O avião despenhou-se pouco depois a 40 quilómetros da capital grega. As caixas negras do avião, um Boeing 737, já foram encontradas, mas ainda não há dados oficiais sobre a origem da tragédia. Sabe-se que o comandante de bordo disse aos controladores aéreos que o aparelho estava com problemas ao nível do sistema de pressurização. Esta situação foi também comunicada por um passageiro através de uma mensagem de telemóvel enviada a um familiar. No aeroporto de Larnaca, várias pessoas pediam a lista dos passageiros deste voo fatal. Em Atenas foi instalado um centro de apoio psicológico para receber os familiares das vítimas. Um porta-voz da agéncia europeia de segurança aérea afirmou que a falha ao nível da pressurização só por si não poderia ter causado o acidente. O governo grego já descartou a hipótese de atentado terrorista.