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Japão deseja não voltar à guerra 60 anos após a rendição na II Guerra Mundial

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Japão deseja não voltar à guerra 60 anos após a rendição na II Guerra Mundial

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Sessenta anos volvidos sobre a rendição na II Guerra Mundial, o Japão enfrenta as suas responsabilidades históricas. O país relembrou hoje a assinatura da capitulação, numa cerimónia na sala Budokan, perto do palácio imperial em Tóquio.

O primeiro-ministro Junichiro Koizumi aproveitou a cerimónia para reiterar o pedido de “sinceras desculpas” pelo sofrimento infligido a outros países, sobretudo, asiáticos. A 15 de Agosto de 1945, o imperador Hirohito anunciava a capitulação. Sessenta anos depois o seu filho, o imperador Akihito, expressou o desejo de que o Japão não volte a entrar em guerra. O pedido de desculpas ressurge num contexto de tensão. A China e Coreia do Sul duvidam da sinceridade nipónica. Após os bombardeamentos nucleares de Hiroshima e Nagasaki, o Japão rende-se sem condições no dia 14 de Agosto de 1945. A assinatura da capitulação decorreu a bordo do navio de guerra americano USS Missouri, na baía de Tóquio.