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Colonos e activistas entrincheirados em fortaleza otomana

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Colonos e activistas entrincheirados em fortaleza otomana

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Quase cinco mil soldados, polícias e guardas fronteiriços foram convocados para o norte da Cisjordânia. A ordem de expulsão à força dos resistentes de Homesh e Sanour é levada à letra, mas uma força controlada, evitando a violência.

A emoção marca todo este processo de evacuação, decidido pelo executivo israelita, contra a vontade dos habitantes dos colonatos. Nesta região, ultranacionalistas. Em Sanour, os colonos e activistas entrincheiraram-se numa antiga fortaleza otomana, transformada em galeria de arte, que recuperou a sua função original, impelir investidas. O exército espera muita oposição, sabe que muitos dos colonos ou activistas estão armados e desenvolveram estratagemas para se defenderem. Calcula-se que sejam mais de dois mil. Perto de 1200 em Homesh e menos de 500 em Sabour. As duas colónias estão muito próximas uma da outra. São as últimas que falta evacuar e são também as mais difíceis. O cenário repete-se: o desgosto, a resistência, os colonos levados em braços, metidos em autocarros, e as promessas de resistência até ao fim, apesar de saberem que mais tarde ou mais cedo terão de ceder.