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Atentado suicida abala Israel uma semana após retirada de Gaza

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Atentado suicida abala Israel uma semana após retirada de Gaza

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Israel sofre o primeiro atentado suicida após a retirada da Faixa de Gaza e do Norte da Cisjordânia. Espera-se agora a retaliação israelita, depois do primeiro-ministro Ariel Sharon ter ameaçado responder duramente os ataques ocorridos após a retirada.

Um suicida fez-se explodir esta manhã em Beersheva, no Sul de Israel, junto à central de camionagem, na qual tinha sido impedido de entrar. O balanço das diversas fontes varia entre dez e 20 feridos, dois dos quais graves. As forças israelitas dizem ter capturado o alegado cúmplice do suicida. O ataque ainda não foi reivindicado, mas foi condenado pela Autoridade Palestiniana. O ataque surge um dia depois do chefe do Hamas ter ameaçado Israel com um inferno enquanto houver territórios ocupados. A Jihad Islâmica tinha prometido vingar cinco palestinianos mortos pelo Tsahal em Tulkarem, na Cisjordânia. Israel regiu ao atentado através de Shimon Peres. O chefe da diplomacia e vice-primeiro-ministro diz que vão “tirar as devidas conclusões e o mesmo deve ser feito pela Autoridade palestiniana, pois o terrorismo perturba não só a segurança de Israel mas também o destino dos palestinianos”. O ataque em Beersheva foi debatido por Ariel Sharon na reunião semanal do executivo hebraico, mas o grande tema da agenda do encontro era o acordo entre Israel e Egipto, quanto ao controlo da fronteira entre o Egipto e a Faixa de Gaza.