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Supremo Israelita sentencia alteração do "muro de segurança"

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Supremo Israelita sentencia alteração do "muro de segurança"

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O traçado do muro de separação na Cisjordânia vai ter de ser alterado. A decisão pertence ao Supremo Tribunal israelita. Junto a Qalquília, a “barreira de segurança” isola por completo cinco aldeias palestinianas, criando um enclave.

Os nove juízes foram unânimes. O traçado actual na área em questão é ilegal. O governo de Ariel Sharon tem de “reconsiderar as várias alternativas possíveis ao traçado do muro e ao mesmo tempo examinar as alternativas de segurança que provoquem o menor transtorno possível aos residentes do enclave”. Uma das advogadas dos palestinianos referiu que “a petição era contra o traçado do muro de separação” num local concreto. Uma decisão, sublinha a causídica, que está de acordo com o Tribunal Internacional de Justiça que julgou a barreira ilegal e exigiu o seu desmantelamento. Todavia a sentença de Julho do ano passado, secundada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, não é vinculativa. Pelo que o Estado Hebreu prosseguiu a construção do muro. Apesar de considerar uma parte do traçado ilegal, o Supremo Tribunal decidiu que Israel tem o direito de construir a barreira de segurança nos territórios ocupados.