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Mais seis mortes em assalto de imigrantes em Melilla

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Mais seis mortes em assalto de imigrantes em Melilla

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Morreram seis pessoas no último assalto de imigrantes subsarianos à fronteira da cidade de Melilla, no dia em que a vice-presidente do governo espanhola se desloca ao enclave para encontros com as autoridades.

A Guardia Civil congratula-se, no entanto, com o sucesso da operação desta madrugada em que perto de 500 pessoas tentaram passar a barreira fronteiriça. O chefe de governo espanhol resolveu, entretanto, deixar claro que a intervenção das forças da ordem para evitar a entrada de imigrantes é feita apenas por motivos de segurança. Esta madrugada, perto de 500 pessoas tentaram passar a barreira fronteiriça através da zona de Rostrogordo. De acordo com um fotógrafo espanhol, que testemunhou o assalto, as autoridades usaram material anti-distúrbios como granadas de gás lacrimogénio e matracas. Quanto aos que conseguiram entrar na cidade espanhola, do norte de África, estão a ser acolhidos por equipas de emergência médica. O Alto Comissariado da ONU para os Refugiados acredita que os cidadãos subsarianos que conseguiram entrar em território espanhol não vão ser ignorados pelas autoridades. Segundo a Amnistia Internacional, é prematuro avaliar o plano de repatriaçõesem massa que Espanha e Marrocos querem aplicar. A organização considera que o convénio de 1992 entre os dois países, que hoje é reactivado, viola o direito espanhol e a legislação internacional.