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China nega variante humana da gripe das aves no país

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China nega variante humana da gripe das aves no país

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Pequim desmente categoricamente que a menina chinesa que apresentava sintomas de gripe, numa aldeia onde surgiu um caso suspeito de gripe das aves, tenha morrido desta doença. As autoridades chinesas atribuem oficialmente a morte da criança a uma pneumonia aguda e garantem que não há casos humanos de gripe aviária no país.

A menina e o seu irmão adoeceram depois de terem comido uma galinha que morreu de causas desconhecidas. O caso foi conhecido uma semana depois da morte da criança. Entretanto, na ilha francesa da Reunião, duas das três pessoas sob suspeita, revelaram resultados positivos aos testes de despistagem da doença. Não se sabe, no entanto, se o vírus contraído é o H5N1, o de maior risco para o homem. Os três cidadãos regressaram recentemente de uma viagem pela Tailândia onde tinham visitado um parque ornitológico. Os casos registados em diferentes regiões do globo, aos quais a Europa não escapa, inquietam os líderes internacionais. Uma conferência mundial sobre a gripe das aves vai decorrer em Genebra, na Suíça, na próxima semana, para discutir a criação de um fundo para combater a doença. Para já, o principal efeito da gripe aviária sente-se ao nível económico e social. Na Itália, França e Grécia o consumo de carne de aves diminuiu drasticamente. Para além da doença, os Vinte e Cinco vão ter que encontrar soluções para um sector em profunda crise.