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Ferroviários franceses protestam contra privatização "encapotada" da SNCF

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Ferroviários franceses protestam contra privatização "encapotada" da SNCF

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Os ferroviários franceses começaram esta segunda-feira à noite uma paralização de 24 horas. A greve visa protestar contra uma eventual privatização da SNCF, a empresa pública de caminhos-de-ferro. Os quatro sindicatos que convocaram a greve representam 71 por cento dos empregados e 95 por cento dos maquinistas da SNCF.

Para além da azáfama matinal, comum a todas as grandes cidades, os parisienses depararam esta manhã com uma realidade que conhecem bem, mas de que estão fartos. Os utentes queixam-se dos “atrasos provocados pelas greves” ou discordam do facto de a greve ser “prorrogável”, pois assim não sabem quando é que vai acabar. A Força Operária, um dos sindicatos que convocou a greve, calculou que a mobilização, que causará importantes perturbações na circulação ferroviária, contará com a participação de 70 a 80 por cento dos trabalhadores. Segundo a SNCF, hoje circularão um em cada três comboios de alta velocidade (TGV) a partir de Paris e pelo menos um dos quatro Corail.