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Revolução das Rosas, dois anos depois

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Revolução das Rosas, dois anos depois

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A Geórgia comemora o segundo aniversário da Revolução das Rosas.

O presidente Mikhail Saakasvili é o rosto da mudança de regime e de orientação do país e no discurso de comemoração não hesitou em puxar dos louros.A Georgia virou para o Ocidente e escolheu a democracia como sistema. As expectativas em relação às mudanças económicas e sociais eram muitas, mas dois anos passaram e muitos georgianos estão desiludidos. A mobilização para as comemorações da revolução foi grande mas também é verdade que se multiplicam as manifestações de protesto. As privatizações terão provocado o aumento do custo de vida, que não foi acompanhado taco a taco pela a subida dos salários. Mas muitos analistas consideram que os separatismos promovidos na Abcácia e na Ossétia do Sul representam os principais obstáculos às prometidas reformas de Saakasvilli. Resolver a questão fazia parte das promessas do presidente que se encontra agora com um nível de popularidade muito mais baixo que há dois anos. Em Novembro de 2003, Mikhail Saakasvilli assumiu a liderança da Revolução das Rosas. A invasão do parlamento provocou a demissão do presidente Edouard Chevardnazé. Saakasvilli assumiria a chefia do Estado pouco tempo depois.