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A proposta de orçamento da presidência britânica da União abre a crise institucional.

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A proposta de orçamento da presidência britânica da União abre a crise institucional.

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Londres propõe economizar 25 mil milhões de euros nos próximos sete anos. Apresenta um crescimento orçamental de 1,03% do PIB dos Vinte e Cinco.

Entre as proposta estão a reduçào
em 7 a 8% as ajudas regionais aos novos membros e uma cedência quanto ao cheque britânico. Londres propõe reduzir o seu benefício em 8 mil milhões de euros nos próximos sete anos como forma de participar no financiamento do alargamento da União.

Jack straw disse em conferência de imprensa:
Os novos estados membros devem receber 150 mil milhões de euros de ajudas estruturais e fundos de coesão com esta proposta o que é um enorme aumento e representa novos fundos. O total dos fundos para os dez através dos programas europeus seria duas vezes mais do que o Plano Marshall que financiou a reconstrução da Europa ocidental há 60 anos.

Mas as intenções britâncias começaram já a cair por terra. Ainda que seja da responsabilidade dos estados membros a aprovação do orçamento o presidente da Comissão europeia já considerou a proposta de Londre como inaceitável

Durão Barroso apressou-se a dizer: A proposta da presidência britânica é inaceitável. É simplesmente não realista considerando o alargamento e a Europa forte que queremos ter no futuro.

Esta reacção de Barroso não augura uma solução ou uma cimeira fácil nos dias 15 e 16 de Dezembro, O orçamento da União está dificil. A crise é cada vez mais uma realidade.