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Vinte e Cinco não chegam a acordo sobre a redução do IVA

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Vinte e Cinco não chegam a acordo sobre a redução do IVA

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A baixa do IVA vai estar também na agenda da Cimeira deste mês, dos chefes de Estado e de governo. Esta terça-feira, os ministros das Finanças dos Vinte e Cinco não chegaram a acordo e passaram a batata quente aos líderes europeus.

A presidência britânica propunha aumentar a lista de bens e serviços que podiam ter taxas reduzidas. Mas questões fiscais decidem-se por unanimidade e a Alemanha está contra. O novo governo conservador não quer nem ouvir falar em baixas do IVA nos países vizinhos, numa altura que se prepara para aumentá-lo em casa e acabar com os nichos fiscais.

No entanto, Berlim talvez venha a aceitar que os países que têm regimes de excepção os mantenham. É o caso da França, que tem actualmente um IVA reduzido para a construção civil. Menos sorte terão as discográficas portuguesas, por exemplo, que querem um imposto reduzido para os CD.

Quanto aos restauradores franceses, esses, bem podem continuar a organizar manifestações. A promessa eleitoral de Chirac, de baixar o IVA dos restaurantes, também não parece que vá ser cumprida.