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O Chile poderá eleger uma mulher para a presidência

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O Chile poderá eleger uma mulher para a presidência

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A três dias das eleições presidenciais, no Chile, o candidato de esquerda apresenta um avanço confortável mas insuficiente para vencer a primeira volta. Michelle Bachelet, médica pediatra, é apoiada pela coligação Concertação Democrática e está creditada com 41% das intenções de voto.A candidata anulou esta semana o comício de encerramento de campanha em memória de cinco vítimas mortais num acidente de autocarro ocorrido terça-feira, tendo preferido descolar-se ao local das cerimónias fúnebres.

Mais de oito milhões de eleitores serão chamados às urnas para renovar o parlamento e escolher um novo chefe de Estado. O candidato da direita moderado é o principal rival de Bachelet. Sebastian Pinera, um empresário de sucesso, proprietário de um canal de televisão e accionista maioritário da companhia aérea chilena Lan-Chile, tem a seu favor 22% dos eleitores, segundo as sondagens. No Chile o voto é obrigatório: A grande batalha dos útlimos dias de campanha foi para tentar convencer 10 a 20% de chilenos indecisos. Se Michelle Bachelet vencer as eleições será a primeira vez que uma mulher ocupa o cargo presidencial no país.