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Chilenos regressam às urnas em Janeiro para segunda volta das presidenciais

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Chilenos regressam às urnas em Janeiro para segunda volta das presidenciais

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O Chile regressa às urnas a 15 de Janeiro para a segunda volta das presidenciais, mas este domingo foi de triunfo para a Concertação democrática. A coligação, no poder há 15 anos, conseguiu pela primeira vez a maioria nas duas câmaras do parlamento e a sua candidata presidencial venceu a primeira volta.

Na hora de comentar o resultado, Michele Bachelet falou já a pensar na segunda volta. A candidata socialista diz que “sempre esteve ao lado dos pobres e dos que lutaram pela democracia” e está convencida de que “todo o dinheiro dos partidos da direita não será suficiente para se impôr à vontade da maioria a 15 de Janeiro”. Bachelet conseguiu quase 46% dos votos e terá de enfrentar em Janeiro Sebastián Piñera. O milionário candidato da direita moderada obteve quase 25,5% e conta já com o apoio declarado de Joaquin Lavin, o terceiro mais votado com pouco mais de 23 por cento. O pacto tomou forma quando estavam contados metade dos votos. Piñera afirma que “face aos futuros desafios”, não só na segunda volta mas também no governo queesperam formar, “Lavin será mais do que um soldado, será um amigo e aliado”. As sondagens prevêm uma segunda volta renhida, mas Michele Bachelet é ainda favorita e poderá concretizar a proeza de tornar-se na primeira ocupante feminina do palácio de la Moneda.