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Greve do metro e dos autocarros paralisa Nova Iorque

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Greve do metro e dos autocarros paralisa Nova Iorque

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Nova Iorque está a viver a primeira greve dos transportes públicos em 25 anos. A paralisação surge depois de horas de negociações entre o sindicato dos trabalhadores do metro e dos autocarros (TWU) e a autoridade metropolitana (MTA).

As discussões foram interrompidas quando os delegados sindicais rejeitaram a proposta que lhes foi apresentada e abandonaram a mesa das negociações. O sindicato representa 34 mil empregados do metro e dos autocarros. A MTA transporta por dia sete milhões de passageiros. O presidente da câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg estimou que o impacto económico da greve pode chegar aos 400 milhões de dólares por dia. Bloomberg reagiu ao protesto afirmando que os 34 mil membros do sindicato violam a lei do Estado, pois esta proíbe os funcionários de fazerem greve e pediu a um juiz que defina o valor da multa que o sindicato terá que pagar. Em cima da mesa das negociações entre o sindicato e a direcção dos transportes estão temas como a segurança social, os aumentos salariais, a idade e as pensões de reforma.