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A crise russo-ucraniana afecta a Europa Ocidental

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A crise russo-ucraniana afecta a Europa Ocidental

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Polónia, Croácia, Roménia, Áustria, Úngria são as primeiras vítimas colaterais da guerra do gás que opõe Moscovo a Kiev. Nestes países, como de forma geral em toda a Europa Ocidental, os clientes do fornecedor russo dão conta de uma baixa na pressão do gás. O ministro polaco da Economia, Piotr Wozniak, tenta acalmar eventuais alarmismos. “Não há qualquer receio para os clientes sobre uma baixa da pressão do gás. A situação é semelhante à de Fevereiro de 2004 quando a Rússia cortou o gás à Bielorussia”. A Comissão Europeia convocou para quarta-feira uma reunião de urgência com peritos para analisar os efeitos da crise.

Numa primeira reação o ministro úngaro da Economia, Janos Koka, comenta a situação de forma moderada afirmando que “o fornecimento de gás vindo da Rússia não está em perigo devido às reservas efectuadas nos últimos meses e nem os consumidores nem indutriais estão ameaçados”. A Úngria registou contudo, hoje, uma baixa de pressão do gás natural de 40% depois do corte russo à Urcânia. De uma forma geral os analistas consideram que os países que não dependem totalmente do gás russo têm “stock” suficiente para evitar a crise mas os outros entrarão em ruptura muito rapidamente.