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Sequestradores ameaçam matar italianos se exército atacar

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Sequestradores ameaçam matar italianos se exército atacar

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Cinco italianos estão no Iémen mantidos em cativeiro desde 1 de Janeiro e a tribo que os raptou ameaça matá-los se o exército atacar.As autoridades garantem que os soldados cercam a povoação e podem intervir a qualquer momento. Já o embaixador italiano em Sanaa explica que a presença do exército não implica um ataque.

Os cinco turistas italianos foram raptados em Marib, 170 quilómetros a leste da capital Saan e encontram-se na vila de Sirwa. Entre eles está a modelo Patricia Rossi. Os sequestradores, uma tribo denominada al-Zayidi, reivindicam a libertação de oito elementos detidos pelas autoridades. Nos últimos dois meses, 14 turistas foram raptados no Iémen. Em Novembro, a má sorte calhou a dois turistas suiços que foram libertados dois dias depois. Em Dezembro, foi a vez de dois austríacos terem o mesmo destino. Esta terça-feira na capital iemenita, largas dezenas de pessoas manifestaram-se a favor da libertação dos reféns. No grupo que foi sequestrado no domingo estava também uma família de alemães, um deles era o antigo secretário de Estado dos negócios estrangeiros Jürgen Chrobog. Entre os cinco italianos que se mantêm reféns há três mulheres que deveriam ter sido libertadas ontem, mas recusaram e voltaram ao cativeiro para junto dos companheiros.