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Caos na Faixa de Gaza

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Caos na Faixa de Gaza

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As notícias sobre o estado de saúde do chefe de governo israelita lançaram o caos na Faixa de Gaza. Junto à fronteira com o Egipto, elementos das Brigadas dos Mártires de al-Aqsa, braço armado do Fatah, ocuparam quatro edifícios oficiais da Autoridade Palestiniana, entre eles a sede da Comissão de Eleições e o terminal de Rafah.

À passagem de elementos do exército egípcio, os activistas apedrejaram os veículos. Segundo o governo do Cairo, o reforço militar junto à fronteira não passa de uma medida de prevenção. A três semanas das legislativas palestinianas, roquetes foram disparados para o lado israelita. Segundo o Tsahal, os soldados ripostaram com tiros de artilharia. Os activistas armados apoderaram-se ainda de uma escavadora da Câmara de Rafah e daí até ao Muro, que consideram da Vergonha, a distância não foi muita. Arrancaram parte do Muro, uma forma de protesto contra a detenção de um palestiniano suspeito de envolvimento no rapto de três britânicos. Antes mesmo de Sharon sofrer mais um ataque, houve uma reunião, quarta-feira à tarde, com várias facções palestinianas. De acordo com fontes oficiais, os responsáveis palestinianos terão apelado à calma. Mas o que é certo é que o efeito foi o contrário.