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Amnistia Internacional protesta contra Guantanamo

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Amnistia Internacional protesta contra Guantanamo

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A prisão de Guantanamo faz hoje quatro anos e suscita mais controvérsia do que quando foi aberta. A Amnistia Internacional pediu à União Europeia que exorte Washington a encerrar a prisão de Guantanamo, uma base naval norte-americana em Cuba, e apresentou novos testemunhos de detidos sobre a prática de torturas e maus-tratos. Também há presos sem culpa formada e a Amnistia Internacional caracteriza o que se passa como um “vergonhoso buraco negro legal”.

O representante de um jovem detido canadiano, que vai hoje ser ouvido pelos procuradores militares norte-americanos, denunciou que o arguido não foi visto por nenhum advogado nomeado. Guantanamo nomeou um defensor militar de 31 anos que nunca pôs os pés num tribunal, até hoje. O jovem arguido canadiano, que tem 19 anos de idade, foi preso aos 15, no Afeganistão, por alegadamente ser da Al Qaeda, por ter assassinado um médico do exército norte-americano e por ter minado a estrada pela qual ia passar uma coluna militar. Arrisca uma sentença a prisão perpétua.