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Crise no irão empurra petróleo para máximos

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Crise no irão empurra petróleo para máximos

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O petróleo aproximou-se de novos máximos de três meses, esta quinta-feira, por causa das notícias vindas do Irão.

O retomar do programa nuclear lançado pelo presidente Ahmadinedjad e a possibilidade das Nações Unidas aplicarem sanções contra o país estão a lançar alguma incerteza nos mercados petrolíferos. O Irão é o quarto maior produtor mundial.

Desde os últimos dias do ano passado, o barril de crude norte-americano, cotado no mercado petrolífero de Nova Iorque, já subiu quase sete dólares, dos 58 para um valor perto dos 65.

Já o barril de Brent, cotado em Londres, ronda os 63 dólares.

Os maiores medos dos investidores têm a ver com as sanções que a ONU pode vir a impor ao Irão, nomeadamente se o país se vir privado do equipamento e da tecnologia que utiliza na extracção do crude.

A produção iraniana representa 5% do volume mundial. Se a crise continuar e tiver consequências mais graves, será a segunda vez que o Irão está por detrás de subidas importantes no preço do petróleo. A revolução islâmica de 1979 fez, na altura, os preços duplicarem.