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UE quer criar "equipas de intervenção rápida" com médicos para ajudar clandestinos

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UE quer criar "equipas de intervenção rápida" com médicos para ajudar clandestinos

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A criação de “equipas de intervenção rápida” para fazer face à chegada maciça de imigrantes clandestinos é o aspecto mais visível das medidas discutidas, esta sexta-feira, pelos Vinte e Cinco. Os ministros da Administração Interna da União deram passos concretos com vista à harmonização das políticas de imigração e asilo dos Estados membros.

As equipas de intervenção rápida deverão ser compostas por médicos e tradutores, capazes de ajudar os imigrantes que chegam, à massa, à União Europeia.

Franco Fratini, que fez a proposta, garante: “O nosso objectivo não é criar um corpo administrativo; o nosso objectivo é dar uma resposta prática a pessoas desesperadas que precisam de ajuda.”

O comissário para a Justiça, Liberdade e Segurança quer que estas unidades estejam operacionais antes do Verão – quando se registam os picos de imigração ilegal vinda do Norte de África.

Os ministros querem também estabelecer, até 2010, um regime comum de asilo, que será decidido por maioria qualificada e em conjunto com o Parlamento Europeu.

Os Vinte e Cinco querem que os requerentes de asilo tenham as mesmas hipóteses de ver concedido o estatuto em qualquer um dos Estados membros. Actualmente, um requerente vindo da Chechénia tem 95% de hipóteses de ser asilado na Áustria e praticamente nenhumas na vizinha Eslováquia.