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O caos mantém-se na Costa do Marfim apesar dos apelos à calma

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O caos mantém-se na Costa do Marfim apesar dos apelos à calma

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Os manifestantes favoráveis ao presidente Laurent Gbagbo protestam desde segunda-feira contra a recomendação internacaional de não renovar o mandato dosdeputados que terminou a 16 de Dezembro. Esta decisão é vista como um “atentado contra a soberania” do país e ajudou a alimentar as manifestações.

O alvo principal dos protestos são a missão da ONU e a força de interposição francesa Licorne. Os manifestantes exigem que abandonem o país. O presidente da União African, Olusegun Obasanjo, foi ontem à Costa do Marfim tentar mediar a crise. Gbagbo reuniu Obasanjo e com altos funcionários da ONU numa tentativa de pôr fim aos violentos protestos num país ainda dividido entre zonas controladas pelo governo e pelos rebeldes apesar dos acordos de paz para acabar com a guerra civil. A violência dos últimos dias matou pelo menos cinco pessoas entre as quais quatro capacetes azuis, e feriu 12 em Guiglo, a 300 quilómetros de Abidjanapós confrontos entre apoiantes do presidente Laurent Gbagbo e os soldados da ONU.