Última hora

Última hora

Expirou o ultimato imposto pelos sequestradores da jornalista Jill Carroll

Em leitura:

Expirou o ultimato imposto pelos sequestradores da jornalista Jill Carroll

Tamanho do texto Aa Aa

Jill Carroll, a jornalista norte-americana raptada há duas semanas no Iraque continua sem dar sinais de vida.

Os seus sequestradores tinham ameaçado executá-la se até ontem à noite as autoridades norte-americanas não libertassem todos os prisioneiros iraquianos. Findo o prazo, Washington mantém o silêncio sobre eventuais contactos com o grupo responsável pelo rapto, autodenominado Brigadas da Vingança. A Casa Branca por seu lado continua a afirmar que a libertação da jornalista de 28 anos é uma prioridade. Ontem na mesquita de Paris, a jornalista francesa Florence Aubenas rodeada de outros antigos reféns, apelou à libertação de Carroll que, afirma, está no Iraque em trabalho. “Quando fui raptada os meus sequestradores perguntaram-me durante toda uma tarde o que é que eu estava a fazer no Iraque e se podia provar que era jornalista, e a única prova foi a minha palavra. Espero que os raptores de Carroll possam também acreditar na palavra dela”. A colaboradora em Bagdade do jornal Christian Science Monitor foi raptada no passado dia 7 a caminho de uma entrevista com um dos mais influentes políticos sunitads do país, que ontem apelou igualmente à libertação da jornalista.